Seja bem vindo ao "Blog do Borjão"

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos. Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.” (MARTIN LUTHER KING)

CHARGE DO DIA


RIVISTA DO MINO



Hermínio Macêdo Castelo Branco (Mino) é cearense, natural de Fortaleza. Filho de Francisca Macêdo e Raimundo Castelo Branco, nasceu no dia 3 de maio de 1944. Formado em Direito pela UFC (inscrito na OAB), a lista de suas atribuições é extensa: desenhista, artista plástico, cartunista, programador visual, projetista gráfico, poeta bissexto, livre pensador, autor de histórias, fábulas e contos infantis, ilustrador e publicitário. Trabalhando em agências de publicidade e colaborando com quase todos os jornais de Fortaleza, passou vários anos dedicado ao trabalho de criação de marcas, programação visual e projetos gráficos. Edita sua própria publicação mensal "RIVISTA", distribuída através da editora "RISO" (de sua propriedade) para vários colégios no Ceará. RIVISTA contém toda a diversificação de seu trabalho: fábulas, contos, frases, pensamentos, artigos, poesias, ilustrações e cartuns. O "Blog do Borjão" em homenagem ao Mino disponibiliza às 5ª feiras o tópico "RIVISTA DO MINO".

SAÚDE NO BLOG

REFLEXOLOGIA PODAL: CONHEÇA OS BENEFÍCIOS PARA DIMINUIR AS DORES
por Bruna Nastas 

A reflexologia podal é uma técnica antiga, datada de aproximadamente 5 mil anos atrás. Essa massagem nos pés ajuda na circulação de energia no corpo todo e consegue proporcionar melhoras em diversos órgãos do corpo.
A massoterapeuta do 'Studio Über', Jane Lessa, explica que a técnica "consiste na aplicação de pressão nas regiões específicas dos pés, cada ponto é relacionado a um órgão do corpo. Ela é utilizada para prevenir e tratar doenças.  A pressão em cada órgão faz com que o cérebro crie uma ação que ativa as glândulas por sua vez, liberando a cura".
Além de proporcionar um bem estar e relaxamento, a reflexologia ainda libera as toxinas do corpo durante o tratamento. "É indicado para pessoas com alto nível de estresse, pessoas tensas, com problemas de circulação sanguínea, problemas hormonais, prisão de ventre, constipação, labirintite, cálculo renal, asma, hipertensão, insônia, enxaqueca, dores nas costas, sinusite e etc", explica.
Pessoas com diabetes, ferimentos nos pés, gestantes até o terceiro mês, pessoas com varizes e tromboses devem evitar. 

CIRCULA NA INTERNET


IMAGEM DO DIA

Uma sensacional imagem na região Praia de Mundaú - CE - Brasil. 

PIADA DO BLOG

SOZINHA NO NORDESTE
Uma linda mulher viajava sozinha pelo Nordeste quando conheceu um sujeito muito sedutor. Foi paixão à primeira vista e os dois não saíam da cama. Só havia um problema, além do fato de ela ser casada, o rapaz negava-se em dizer seu verdadeiro nome. Depois de 20 dias, ele finalmente resolveu falar:
- Está bem! Já que você insiste tanto... Meu nome é Neve.
A mulher então começou a dar risada sem parar. O cara, sem graça, comentou, ofendido:
- Está vendo? Você é igual às outras. Está zombando de mim.
- Não, não... Estou rindo da cara do meu marido quando eu voltar e disser que peguei 30 centímetros de neve todos os dias no Nordeste!!!

TEXTO DO BLOG

COMPARANDO ERAS
por Luis Fernando Veríssimo*

Não há o que criticar na seleção do Tite, embora, para muita gente, a cada nova convocação mais transparece a mediocridade reinante no futebol brasileiro. Uma opinião injusta, porque nosso futebol não está tão medíocre assim e porque cada nova geração de jogadores é comparada com as gerações dos anos de glória, e fatalmente perde no confronto. Mas comparar eras só serve para destruir fantasias do tipo “seleção brasileira de todos os tempos”, em que Zizinho troca passes com Falcão e Garrincha cruza para Leônidas cabecear. Não dá para comparar. Grandes estilistas do meio-campo não jogariam hoje da mesma maneira que jogam na nossa memória com um adversário super treinado chutando seu calcanhar e bufando no seu ouvido. Mas tem o outro lado: algum craque de hoje se destacaria no futebol do passado, tendo que competir não no fôlego e no tranco, mas no puro brilho? Talvez sim, mas ninguém se lembraria deles hoje. Eras e estilos não são comparáveis em nenhum tipo de arte. Quem foi o maior pintor de todos os tempos? Não vejo como o título poderia fugir da Espanha. Velázquez, Goya ou Picasso — este atuando em várias posições — mereceriam a escolha mais do que, por exemplo, Michelangelo Buonarroti. Mas o time italiano é forte: Rafael e Tiziano na zaga, Botticelli e Tintoretto no meio, Leonardo na lateral e os holandeses Rembrandt e Hals (comprados pelo Milan) na frente, além de Michelangelo. E onde colocar o Giotto? Na história da arte, os murais de Giotto significam mais do que o teto da Capela Sistina. Giotto foi uma ruptura radical com o passado; Michelangelo não. Picasso merece entrar na disputa? Teve a vantagem sobre Velázquez, Michelangelo e os outros de viver numa era em que a canibalização cultural, o pastiche e a irreverência se tornaram artisticamente respeitáveis e pôde usar todos os estilos e materiais, do clássico ao primitivo, do plástico ao miolo de pão — e a obra de Velázquez e de Michelangelo também — na sua arte. Foi, talvez, o último pintor a dominar tanto o rigorismo formal que lhe permitiria sobreviver, e brilhar, com a inventividade e a audácia que o mantiveram atual até a morte. Picasso foi como Pelé, um craque para qualquer era.

(*) Luis Fernando Verissimo é escritor.

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
O principal índice da B3 (antiga BM&FBovespa, a bolsa brasileira), fechou em alta na quarta-feira (16). O mercado reagiu ao anúncio do governo de revisão da meta fiscal para 2017 e 2018, para um rombo de R$ 159 bilhões, valor dentro do esperado. Mesmo com a mudança da meta, a S&P manteve a nota de crédito do Brasil e retirou o país de observação, diminuindo o risco de novos rebaixamentos de rating. O Ibovespa terminou o pregão em valorização de 0,35%, a 68.594 pontos.  

COMMODITIES
UNIDADE
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Petróleo (Brent)
Barril
US$ 50,280
US$ 50,300
+0,98%
Ouro
Onça troy
US$ 1281,700
US$ 1282,510
+0,01%
Prata
Onça troy
US$ 17,070
US$ 17,110
-0,06%
Platina
Onça troy
US$ 974,490
US$ 982,000
+0,26%
Paládio
Onça troy
US$ 913,700
US$ 916,450
-0,06%

CÂMBIO
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Dólar com.
3,1448
3,1463
-0,83%
Dólar tur.
3,0300
3,2800
-0,61%
Euro
3,7077
3,7097
-0,3%
Libra
4,0606
4,0617
-0,42%
Pesos arg.
0,1830
0,1832
-1,4%







INDICADORES
VALOR
ATUALIZAÇÃO
Salário Mínimo
R$ 937,00
2017
Global 40
+112,32%
16.Ago.2017
TR
+0,02%
16.Ago.2017
CDI
+9,14%
16.Ago.2017
SELIC
+9,25%
26.jul.2017

INFLAÇÃO
ÍNDICE
MÊS
VALOR
IPCA
Jul.17
+0,24%
IPC-Fipe
Jul.17
-0,01%
IGP-M
Jul.17
-0,72%
INPC
Jul.17
+0,17%


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“Os aduladores são como as plantas parasitas que abraçam o tronco e ramos de uma árvore para melhor a aproveitar e consumir.”  (MARQUES DE MARICÁ)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

VENDAS DO VAREJO AVANÇAM PELO 3º MÊS SEGUIDO, DIZ IBGE
As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 1,2% em junho frente ao mês anterior (com ajuste sazonal), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a receita do setor avançou 0,8% na série livre de ajuste sazonal. O IBGE revisou os dados do varejo de maio. Em vez da queda de 0,1%, as vendas avançaram 0,2 no mês. Com este resultado, o setor acumula três meses seguidos de alta, interrompendo nove meses seguidos de queda, destacou a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Isabella Nunes. “É o crescimento mais consistente desde o final de 2014”, afirmou Isabella ao comentar os três resultados positivos consecutivos no setor varejista. Frente a junho do ano anterior, o setor teve expansão de 3,0% em junho. Foi o terceiro resultado positivo nesta base de comparação e mais intenso que em maio (2,6%) e abril (1,7%). Segundo Isabella, diversos fatores influenciaram o resultado de junho. “O primeiro é a base de comparação muito baixa. Além disso, temos que considerar a demanda represada. O próprio movimento das lojas de oferecerem promoções e mix de produtos com preços mais baixos beneficiou as vendas”, disse. A pesquisadora enfatizou, ainda, que a queda na taxa básica de juros (a Selic, que está em 9,25% ao ano) beneficiou as vendas de bens duráveis. No trimestre, o setor acumula alta de 2,5%. Foi o melhor resultado trimestral desde o último trimestre de 2014. “Todas as atividades mostram uma melhora, seja revertendo a queda, reduzindo a queda ou ampliando o aumento que já vinha apresentando”, destacou Isabella. “Evidente que essa melhora é a mais evidente desde 2014. Mas, o comércio varejista ainda está 8,2% abaixo do seu pico histórico, registrado em novembro de 2014”, destacou Isabella. Já o varejo ampliado, segundo a pesquisadora, está 16,3% abaixo do seu pico, observado em agosto de 2012.
1º SEMESTRE TEM CONTRAÇÃO
Nos seis primeiros meses de 2017, o varejo teve contração de 0,1% no volume de vendas, ficando próximo à estabilidade frente a igual semestre de 2016. Já nos últimos doze meses, há recuo de 3,0%, diminuindo o ritmo de queda, iniciada em outubro de 2016 (-6,8%). Por outro lado, a receita nominal de vendas do comércio varejista, em junho de 2017, registrou para essas mesmas comparações, respectivamente: 2,4% frente a junho de 2016, 1,9% no acumulado no ano e 3,2% no acumulado nos últimos doze meses.
VAREJO AMPLIADO
As vendas do comércio ampliado, que incluem além do varejo as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, expandiram 2,5% em junho, enquanto a receita nominal cresceu 2,2% frente a maio, na série com ajuste sazonal. Em relação a junho de 2016, o avanço no volume de vendas do varejo ampliado foi de 4,4% para o volume e 3,5% para receita de vendas. No acumulado do ano, o volume de vendas registrou variação positiva de 0,3%, enquanto o indicador para os últimos doze meses (-4,1%) permaneceu mostrando redução no ritmo de queda, iniciada em julho de 2016 (-10,4%).

PREVISÃO DO TEMPO AMEAÇADA E SATÉLITE ADIADO: COMO CORTE DE R$ 53 MILHÕES AFETA SERVIÇOS DESENVOLVIDOS PELO INPE
Um contingenciamento de verba do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) pode comprometer as pesquisas e serviços feitos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo a diretoria do instituto, o Ministério da Ciência e Tecnologia teria repassado R$ 53 milhões a menos que em 2016 para manter as atividades. O corte pode comprometer o lançamento de satélites e até a previsão do tempo. O contingenciamento da verba, como chama o ministério, é por um ajuste de contas nacional baseado na queda da arrecadação. De acordo com o Inpe, o instituto foi informado em junho deste ano que o planejamento deveria ser feito com 44% a menos. O valor de R$ 96,8 milhões é o menor já recebido pelo instituto nos últimos cinco anos, em que os investimentos já vinham apresentando queda. A verba mais enxuta suspendeu reformas, adiou projetos e diminuiu os valores investidos nos centros de pesquisas dentro do instituto. Segundo o diretor, Ricardo Galvão, a situação mais delicada é a do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec). O centro faz a previsão do tempo de todo o país e precisa de cerca de R$ 17 milhões anuais para manter o serviço. Esse ano, eles terão de trabalhar com apenas R$ 7 milhões.
A baixa no orçamento põe em risco o serviço prestado. Isso porque o supercomputador que faz a medição teria de ser trocado, mas por falta de orçamento, a compra foi adiada. O equipamento antigo vai passar por reparos emergenciais, mas qualquer defeito pode suspender o serviço. Isso porque só de energia, o centro gasta R$ 6 milhões. “A gente tenta medidas alternativas, mas é um risco. Não queremos pensar nessa hipótese, mas com qualquer problema não teríamos como bancar um reparo. Estamos também tentando uma parceria para implantar painéis solares e reduzir os custos de energia, mas precisaríamos de patrocínio”, explica Ricardo Galvão, diretor do Inpe. A falta de verba também atrasou acordos de cooperação internacionais como o satélite Cbers-4A, feito com a China. Ele complementaria o satélite já lançado em 2014. A parte do projeto que cabe ao Brasil deveria ser concluída para o lançamento até 2018, mas teve de ser adiado porque não há verba para compra de equipamentos. “Estamos falando em atraso porque ainda há a esperança de que pelo menos metade da verba contingenciada seja repassada até outubro. Mas segundo o ministério, isso depende de uma melhora na economia nacional. Se isso não acontecer, teríamos que cancelar projetos”, conta Galvão.
ESTRUTURA
Outro ponto delicado para o instituto é o pessoal e a manutenção dos laboratórios. De acordo com o Inpe, o instituto perdeu, desde 2016, cerca de 120 funcionários por aposentadoria. Os cargos em aberto foram ocupados por bolsistas de pesquisas, responsáveis por serviços essenciais na unidade como monitoramento de satélites e produção de relatórios sobre o desmatamento da Amazônia. O número de bolsistas também dependem de verba federal, já que são bancados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também enfrenta cortes de orçamento. Em 2012, eram 218 bolsistas e no ano passado o número já havia caído para 128. O Inpe não divulgou o número atual de bolsistas porque, em agosto, o CNPq ainda não fechou o número de pesquisadores financiados. De acordo com Galvão, o ministério havia feito a promessa de manter o número do ano passado. “Esse corte é muito sério, com isso estamos mantendo apenas as despesas fixas, luz, telefone, energia. Todas as reformas para esse ano, até de laboratórios com vazamento, tivemos que suspender”, diz Galvão.
OUTRO LADO
Em nota, o MCTIC informou que trabalha junto aos ministérios do Planejamento e Fazenda, para o descontingenciamento de recursos que afetou os órgãos do Governo Federal, mas não informou qual a expectativa ou prazo para que isso aconteça. Sobre os serviços, garantiu que acompanha as atividades do instituto para evitar impactos significativos em suas atividades e que aplicou corte menor ao aplicado como um todo. Por fim, o ministério diz que reconhece o papel da pesquisa como " imprescindível para o desenvolvimento econômico e social de qualquer país". Destacou em nota ainda que "reconhece e respeita a livre manifestação da comunidade acadêmica e científica".

EDITE E IMPRIMA SUAS FOTOS NA HORA
Apesar de ter sido lançada ano passado nos Estados Unidos, a Instax Square SQ 10 chegou ao Brasil em julho deste ano. A grande novidade do produto é que ele é a primeira câmera instantânea híbrida, que alia funções analógicas e digitais. Com a SQ 10, o usuário pode tirar fotos e usar filtros para fazer edições e só depois imprimir o resultado ou optar pela impressão na hora. Apesar da proposta da câmera ser relembrar os tempos de fotografia impressa e dos rolos de filme, a qualidade das imagens decepciona quem está acostumado com a câmera de smartphones potentes. A dica é não ir com grandes expectativas. Apesar disso, um detalhe que chamou a atenção é que é possível tirar boas fotografias mesmo em ambientes com pouca luz, optando ou não pelo flash. Na caixa, além da câmera instantânea, na cor preta, vem ainda uma bateria recarregável, alça para transporte e o manual de instruções. Quem nunca usou uma câmera instantânea Fujifilm e tem dúvidas sobre como manusear o produto, o ponto negativo é que o manual vem somente em inglês e francês, o que traz dificuldades no primeiro momento. A SQ 10 ainda tem funções como disparador automático, definições de flash selecionáveis e zoom digital para fotos impressas, além de marcador de data e hora. A interface da câmera é intuitiva. Com os botões que ficam na parte traseira do produto, o usuário pode fazer as principais edições, antes ou depois de tirar as imagens. Basta apertar o botão de impressão para a imagem ser impressa na hora. A foto demora segundos para ser impressa e mais alguns segundos para a imagens aparecerem. Para ligar e desligar, basta rodar a lente da câmera na parte frontal do produto. O botão para tirar fotos também fica localizado na frente. O design da SQ 10, compacto, quadrado e com bordas arredondadas, também foi feito pensando no usuário final, para a câmera ser manuseada com facilidade. No entanto, para quem cogita levar o produto para uma viagem, é válido prestar atenção nas dimensões: o peso é 450g, a altura 12,7 centímetros e a largura é de 11,9 centímetros. A vantagem é que a bateria dura em torno de 24h, mesmo sendo usada constantemente e mexendo nos botões com os filtros, que são bem semelhantes aos disponíveis no Instagram. Com a memória interna da câmera, é possível salvar até 50 imagens. Com um cartão microSD, vendido separadamente, esse número aumenta. O tamanho da imagem, quadrada, também decepciona um pouco: é de 62mm por 62 mm. Para recarregar, basta plugar o cabo USB que acompanha a câmera. Demora cerca de 3 a 4 horas para o produto ser recarregado por completo. A SQ 10 está sendo vendida por R$ 1.599 ou 10 vezes de R$ 159,90 sem juros. Com uma simulação feita no site da Fujifilm, o prazo para entrega em Fortaleza, no bairro Meireles, é de 6 dias úteis. O frete custa R$ 6,99. A garantia que a marca oferece é de 12 meses. Algumas especificações técnicas são: distância focal: fixado como 28,5 mm (equivalente a formato de 35-mm); abertura: F2.4; alcance de foco: 10 cm a 8; sensibilidade: ISO 100 para 1600 (Auto); modo de disparo: exposição padrão, dupla, modo Bulbo; monitor LCD: 3,0 polegadas e bateria: NP-50. O filme instantâneo Fujifilm Instax Square deve ser comprado separadamente. A embalagem permite que o usuário faça 10 impressões. A desvantagem é que o filme é caro. No site da Loja Fuji, o recurso é vendido por R$ 54,90. Para Fortaleza, a entrega demora 10 dias úteis para chegar e o frete custa R$ 9,99. Ou seja, no final sai por R$ 64,79 a caixa. Assessoria Segundo a assessoria de imprensa brasileira da Fuji, todos os produtos comercializados pela Fujifilm Brasil acompanham o manual em português, assim como certificado de garantia da Fujifilm Brasil. Apenas a amostra que testamos veio dos EUA para atender as demandas de imprensa e, por isso, não tem o manual em português.

CINEMA NO BLOG

ALEXANDRE MAGNO (1956)
Alexander the Great 

FICHA TÉCNICA
Outros Títulos:
Alexandre, o Grande (Portugal)
Alexander der Große (Austria, Alemanha)
Alexandre le Grand (França)
Alejandro Magno (Espanha)
Alessandro il Grande (Itália)
Alexander den Store (Suécia)
Aleksanteri Suuri (Finlândia)
Александр Великий (União Soviética) 
Pais:
Estados Unidos, Espanha
Gênero:
Biográfico, Drama, Histórico
Direção:
Robert Rossen
Roteiro:
Robert Rossen
Produção:
Robert Rossen
Música Original:
Mario Nascimbene
Coreografia:
David Paltenghi
Fotografia:
Robert Krasker
Edição:
Ralph Kemplen
Direção de Arte:
Andrej Andrejew
Figurino:
David Ffolkes
Guarda-Roupa:
John McCorry
Maquiagem:
David Aylott
Efeitos Sonoros:
Gerry Hambling, Stan Hawkes
Efeitos Especiais:
Cliff Richardson
Efeitos Visuais:
Bob Cuff

ELENCO
Richard Burton
Alexandre Magno
Fredric March
Rei Filipe II da Macedônia
Claire Bloom
Barsine
Danielle Darrieux
Olímpia
Barry Jones
Aristóteles
Stanley Baker
General Átalo
Friedrich von Ledebur
General Antipater
Peter Cushing
General Memnon
Harry Andrews
Imperador persa Dario III
Michael Hordern
Demóstenes
Virgilio Teixeira
Ptolomeu
William Squire
Filósofo Ésquines
Gustavo Rojo
Cleito
Marisa de Leza
Eurídice
Teresa del Río
Roxane
Helmut Dantine
Nectenabo
Peter Wyngarde
Pausânias
Rubén Rojo
Filotas
Larry Taylor
Pérdicas
Carlos Baena
Nearcos
Niall MacGinnis
Parmênio
Ricardo Valle
Heféstio
Julio Peña
Arsites

INDICAÇÕES
Grêmio dos Diretores da América:
Prêmio por Direção Excepcional (Robert Rossen)

VIDEOCLIPES


SINOPSE
O Rei Felipe II da Macedônia embarca em implacáveis e brutais campanhas militares para conquistar toda a Grécia. Enquanto ele está em guerra, sua esposa Olímpia dá à luz seu primeiro filho, Alexandre, e manda dizer que o bebê é um Deus. Felipe II retorna para ver seu filho e desconfia de sua paternidade quando o adivinho Nectenabo espalha boatos de ser o pai da criança. O rei confidencia a seus assessores que está pensando em matar o adivinho, ocasião em que Parmenio o exorta a matar também Olímpia e a criança, mas ele termina exibindo orgulhosamente o novo príncipe à população. Ao se tornar um jovem homem, Alexandre anseia pela glória da batalha. Seu pai, no entanto, mais poderoso do que nunca, se irrita com o rótulo de bárbaro, devido à percepção pública de que ele é um conquistador brutal, mas um governante fraco. Tal fato faz com que ele nomeie Alexandre, regente da Macedônia, contra o conselho do professor do filho, o filósofo Aristóteles, que acredita que o jovem ainda é imaturo. No palácio de Pella, onde Olímpia reside, Felipe II adverte Alexandre de que sua mãe está tramando para destruí-lo, e passa a governar a Macedônia através do filho. Antes de partir para uma nova batalha, Felipe II instrui Alexandre a exilar Olímpia. Quando Alexandre se recusa a exilar a mãe, Felipe II nomeia o general Antipater como conselheiro do seu filho. Alexandre, que acredita na previsão de que ele é um Deus destinado a morrer jovem, ansiosamente exerce seu poder ao iniciar uma guerra contra as tribos locais. Em 356 a.C., quando Demóstenes e o filósofo Ésquines debatem publicamente o legado da guerra de Felipe II, Alexandre visita o acampamento do pai para se juntar ao ataque em Atenas, mas sente-se ofendido pelo romance de Felipe II com Eurídice, a sobrinha do general Átalo. Felipe II repreende seu filho por erigir estátuas dedicadas à sua própria imagem, desnudando suas tribos de guerreiros em potencial. Mesmo assim, ele lhe dá o comando de um regimento que irá atacar o exército ateniense. Apesar das reservas de Alexandre em relação a seu pai, ele salva sua vida durante a vitoriosa batalha de Queroneia e é saudado como um herói. Temendo ser assassinado e na esperança de salvar Atenas da destruição, Felipe II envia Alexandre para organizar um tratado de paz. Em Atenas, Alexandre encontra Demóstenes, Ésquines e o General Memnon, ocasião em que se sente atraído por Barsine, a esposa do general. Embora relutante, Demóstenes assina o Tratado que faz de Atenas parte do Império de Felipe II, apesar de sua crença de que os atenienses teriam perdido sua liberdade. Quando Alexandre retorna à Pella, ele toma conhecimento de que seus pais haviam se divorciado. Ressentido, ele obedientemente assiste ao casamento do pai com Eurídice, embora discuta com ele depois. Durante a cerimônia do casamento, o General Átalo sugere que Alexandre é ilegítimo. Furioso, Alexandre o agride e deprecia o pai quando ele, embriagado, tenta parar com a luta. Em seguida, ele acorda a mãe e insiste para que os dois saiam de Pella imediatamente. Meses depois, quando Eurídice dá à luz um filho, Felipe II perdoa e dá as boas vindas aos exilados, incluindo Olímpia e Alexandre, que é promovido a Comandante do Exército. No entanto, Felipe II expulsa os amigos próximos do filho, dentre eles Pausanias, Hárpalo, Ptolomeu, Nearcos, por acreditar que eles o incitam à deslealdade. Naquela noite, Alexandre ouve sua mãe insinuar-se para um bêbado e amargurado Pausanias, ao dizer-lhe que ele seria famoso se matasse Felipe. No dia seguinte, durante uma cerimônia religiosa, Pausanias assassina Felipe e é morto por Alexandre. Em seguida, ele se apresenta ao exército de seu pai, que tem o direito de indicar o novo Rei, e se compromete a continuar a missão de conquistar a Pérsia. Alexandre herda o trono e reivindica a lealdade de todos os estadistas gregos, exceto o General Memnon, que rejeita a presença de Alexandre em Atenas. Dois outros estadistas rebeldes são apedrejados até a morte sob as ordens de Alexandre. Eurídice comete suicídio e Alexandre é informado que Olímpia matou a filha de Eurídice. Na primavera de 334 a.C., Alexandre leva seu exército através da Ásia e começa a preparar o seu caminho para a Pérsia. O General Memnon, no entanto, agora um conselheiro do imperador persa Dario, insiste em confrontar o exército de Alexandre em Grânico. Certa manhã, Barsine, que é persa e grega, pede ao marido que evite a batalha, mas Memnon acredita que ela está apaixonada por Alexandre. O exército macedônio vence a primeira batalha e, depois de um novo encontro, Memnon e seus homens são mortos. Em seguida, Alexandre aprisiona qualquer grego que se opõe a ele e Barsine torna-se sua amante. Quando Alexandre recebe pergaminhos provando que Demóstenes lhe traiu com o imperador Dario, ele é aconselhado a voltar à Atenas e forçar a lealdade dos atenienses, sem o que ninguém acreditará que eles possam sair vencedores na Pérsia. Assombrado pelas memórias de seu pai, no dia seguinte, ele desfaz a frota e concede a liberdade de escolha entre voltarem para casa ou ficarem e lutarem em seu exército. Em seguida, o imperador Dario envia uma mensagem menosprezando Alexandre e exigindo que ele se retire. Em vez disso, Alexandre focaliza sua atenção em matar o imperador Dario em batalha, sabendo que os persas não lutarão sem seu comandante. Seu plano é parcialmente bem-sucedido quando o imperador é ferido, embora consiga escapar. Alexandre adota a família do imperador Dario, que ele encontra num acampamento, enquanto o imperador e um pequeno grupo continuam a fugir até que seus homens se amotinam e o matam. Mais tarde, Alexandre encontra uma carta no corpo de Dario, na qual o Imperador o chama de filho e pede-lhe para que se case com sua filha Roxane e, assim, fundir seus países. Apesar de sua vitória, Alexandre anseia por um poder ainda maior. Assim, ele lidera seu exército para a Índia e pede que até mesmo seus amigos o tratem como um Deus. Quando seu amigo Filotas é ouvido queixando-se de que sua ambição o leva ao derramamento de sangue, ele e seu pai aparecem mortos. Tal fato faz com que a amargura se espalhe entre os amigos mais leais de Alexandre. Quando Cleito, seu aliado mais dedicado, furiosamente o confronta e o acusa de auto-engrandecimento e deslealdade, Alexandre o esfaqueia pelas costas com uma lança e, em seguida, chora sobre seu corpo. Exausto e desiludido, ele marcha com suas tropas de volta à Macedônia. Em Susa, um renovado Alexandre compromete-se a conquistar os corações da humanidade, ao invés de seus territórios, e se casa com Roxane numa cerimônia unindo gregos e persas. Após a cerimônia, ele faz um brinde à sua família e amigos, bem como, reza pela paz. Em seguida, ele cai e, em seu último suspiro, pede à Barsine que permita que seu corpo desapareça no Rio Eufrates, a fim de que as pessoas acreditem que ele era um Deus.

COMENTÁRIOS
Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Robert Rossen, “Alexandre Magno” é um filme épico produzido pelas empresas C.B. Films S.A. e Rossen Films em 1956. Embora não possa ser considerado entre os melhores trabalhos de Rossen, o filme não deixa de ser interessante, principalmente em sua primeira metade. Rodado na Espanha e com ótimas atuações de Richard Burton, Fredric March e Claire Bloom, as cenas de batalhas deixam a desejar. Por outro lado, merecem elogios a fotografia de Robert Krasker e o figurino a cargo de David Ffolkes.

por Carlos Augusto de Araújo