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segunda-feira, 10 de julho de 2017

COMUNICADO DO BLOG

QUERIDOS WEB LEITORES, POR ESTÁ CURTINDO FÉRIAS COM OS NETINHOS, O BORJÃO COMUNICA QUE O BLOG SOMENTE RECEBERÁ NOVAS ATUALIZAÇÕES A PARTIR DE 24 DE JULHO DE 2017. UM CARINHOSO ABRAÇO PARA TODOS VOCÊS.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“Aproveite este dia e ame com todas as forças do seu coração, sem restrições, sem ver defeitos e tristezas. Amar é ser feliz. O amor é como a flor, quanto mais você gosta dela mais quer sentir o perfume. Não espere que a melhoria, prosperidade e bem-estar caiam do céu milagrosamente, sem fazer força. Tudo tem o preço da conquista, da busca, da participação, do esforço. É fortíssima a energia que você tem, ainda não explorada pelo seu pensar, e muitas são as suas possibilidades de crescer e conquistar o que mais quer ou precisa, chegando à felicidade. A sorte sorri para os que usam os talentos que têm.” (RIVALCIR LIBERATO)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

GOVERNO ADMITE QUE CUSTO DA ENERGIA PODE SUBIR COM PRIVATIZAÇÃO DE USINAS DA ELETROBRAS
O governo quer permitir que a Eletrobras privatize usinas hidrelétricas que tiveram suas concessões renovadas em 2012, o que deve elevar o preço da energia gerada por essas usinas. O secretário-executivo de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, disse na quinta-feira (6) que a energia será vendida a preço de mercado, acima do que é cobrado no regime de cotas. Atualmente as usinas da Eletrobras que tiveram suas concessões renovadas em 2012 funcionam sob o regime de cotas. Isso permitiu uma redução média de 20% na conta de energia em 2013. Sob o regime de cotas, o preço da energia é menor e toda geração dessas usinas é destinada ao mercado cativo, que são os consumidores atendidos pelas distribuidoras de energia. Apesar de o custo da energia ficar mais caro, Pedrosa disse que a alta na tarifa de luz paga pelos consumidores pode ser compensada pela redução de encargos. A proposta do governo é destinar parte da outorga obtida pela venda das usinas para abastecer a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). A CDE é um fundo setorial bancado pelos consumidores de energia e que paga por programas sociais como o Luz para Todos e a tarifa social. “O valor [da outorga] será dividido com Tesouro, Eletrobras e consumidor, abatendo nas tarifas. Um conjunto de efeitos que o saldo pode ser positivo para o consumidor. O consumidor pode até pagar uma energia mais cara, mas ele vai pagar menos encargos”, disse. Ao vender as usinas do regime de cotas, o governo também quer ajudar a Eletrobras a reduzir o seu nível de endividamento.
NOVO MARCO LEGAL
As mudanças propostas estão no projeto do novo marco legal do setor elétrico, que ficará em consulta pública por 30 dias. O atual marco regulatório é de 2004 e foi lançado pela então ministra de Minas e Energia Dilma Rousseff. Em 2012, então como presidente, Dilma também comandou uma profunda mudança no setor. Ela deu aval para a renovação das concessões de geração de energia que estavam prestes a vencer, o que possibilitou a redução da tarifa de energia. A longo prazo, afirmou Pedrosa, os consumidores terão mais transparência e serão beneficiados pela redução de custos do setor. O governo quer diminuir, por exemplo, os encargos pagos na conta de luz, incluindo subsídios que são bancados pela CDE.
MENOS INDENIZAÇÃO A EMPRESAS
A proposta do novo marco legal pode reduzir o valor que será pago pelos consumidores em indenização para empresas de transmissão. Desde o início de 2017, a conta de luz inclui uma remuneração para concessionárias de transmissão de energia por investimentos feitos antes do ano 2000 e que não foram completamente pagos pelas tarifas de energia. Segundo Pedrosa, a proposta por reduzir em R$ 1,5 bilhão por ano o que deve ser pago pelos consumidores ao longo dos próximos oito anos. Esses recursos poderão ser parcialmente compensados pela Reserva Geral de Reversão (RGR), que é um encargo pago pelas empresas. A RGR tem um fluxo anual de cerca de R$ 1,5 bilhão, que poderá ser usado para pagar parte da indenização e reduzir o custo para o consumidor, afirmou Pedrosa.
MERCADO LIVRE
O novo marco também vai ampliar o número de consumidores que podem optar pelo mercado livre, onde a compra e venda de energia é negociada diretamente entre a usina e o cliente. O projeto reduz de 3.000 quilowatts (kW) para 75 kW a demanda mínima de quem pode entrar no mercado livre. A mudança será gradual até 2028. O consumidor residencial ainda fica de fora deste mercado. O texto prevê que futuramente o Ministério de Minas e Energia poderá reduzir ainda mais o piso para que os consumidores possam comprar energia no mercado livre.
MEDIDA PROVISÓRIA
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou que sabe das dificuldades políticas de aprovar grandes mudanças. “Eu não desconheço o cenário político que estamos vivendo. Agora temos uma pauta aqui também bastante relevante do nosso ponto de vista e que não pode ficar paralisada”, disse. A proposta é que a mudança seja enviada como medida provisória para acelerar a tramitação. “Nós sabemos a diferença de tramitação quando o texto é enviado como projeto de lei e como medida provisória”. A proposta de novo marco legal deve ser enviada como Medida Provisória em setembro, após o período de consulta pública. O texto também deve dar previsão legal para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorize a cobrança de valores diferentes pela energia, dependendo do horário de consumo. A Aneel já aprovou para o início de 2018 o início da chamada tarifa branca, que permitirá a cobrança diferenciada por horário. Segundo o Ministério de Minas e Energia, havia uma insegurança jurídica se a Aneel poderia ou não autorizar essa cobrança diferenciada para os consumidores residenciais, o que será resolvido com a publicação da MP. Com a tarifa branca, se o consumidor que usar a energia fora do horário de pico pagará mais barato. Em compensação, pagará mais caro se consumir energia no horário de ponta, que é o horário de maior consumo de energia.

A EXPLOSÃO DE CORES NAS INÉDITAS IMAGENS MAIS DETALHADAS DO CÉREBRO ATÉ HOJE

O nível de detalhes é sem precedentes. Uma nova tecnologia de geração de imagens do cérebro foi desenvolvida por cientistas da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, e engenheiros da Siemens nos Estados Unidos e na Alemanha. A técnica permite observar as conexões neurais formadas pela trama de fibras de diferentes densidades que compõe a massa branca no interior do órgão e compreender melhor como viaja a informação e como funcionam os pensamentos. VEJA O VÍDEO.
Fergus Walsh, especialista em saúde, teve seu cérebro escaneado. São dele as imagens neste vídeo. O aparelho de ressonância magnética usado é capaz de variar seu campo magnético rapidamente e mapear com maior precisão as fibras. O método é usado para estudar diversos males neurológicos, como esclerose múltipla, esquizofrenia, demência e epilepsia. Os médicos esperam que seja usado para entender essas doenças sem que seja necessário recorrer a biópsias invasivas.

WHATSAPP É ATUALIZADO PARA COMPARTILHAR QUALQUER TIPO DE ARQUIVO 
A nova atualização do WhatsApp de quarta-feira (5) permite compartilhar qualquer tipo de arquivo com a sua lista de contatos. Até então, só era possível enviar e receber fotos, vídeos e documentos em extensões como Pdf e Doc. De acordo com o WhatsApp, o limite de tamanho de cada arquivo é de 100 MB. A nova função está disponível tanto para aparelhos Android como iOS. Mas o compartilhamento antigo, de fotos e vídeos, também foi beneficiado. Com a atualização, os arquivos não serão mais comprimidos, o que prejudicava a qualidade da imagem. 

ARTE NO BLOG

A ARTE DE ÁLVARO DA CUNHA AZZAN – PARTE 03 

Álvaro da Cunha Azzan, nascido em Campinas SP, começou a     desenhar ainda criança, com 4 anos de idade, destes desenhos, que somam  mais  de 300 guardados até hoje, alguns podem ser vistos na exposição permanente do 1º Museu Brasileiro de Arte Infantil no Conservatório Carlos Gomes em Campinas SP. Nos anos de 1984 a 1989 aperfeiçoou técnicas em grafite, aquarela, nanquim, guache e giz-pastel no CAA. A partir dos anos 90 começa a pintar telas. Trabalha com diversas técnicas e atua em vários estilos de desenho e pintura, destacam-se os trabalhos de giz-pastel nos quais apresenta um excelente domínio da técnica.  As atividades artísticas contam com as exposições, a participação em salões e concursos, atualmente desenvolve trabalhos para ilustrações. Iniciou-se em projetos paisagísticos na Floricultura Campineira em 1991, complementou em curso realizado em Barcelona, Espanha em 1994. Na área de arquitetura realizou projetos de adaptação, restauração e conservação arquitetônica tais como: Museu Arquidiocesano de Campinas, Edifício do Jockey Club Campineiro, Biblioteca do Colégio Culto a Ciência, Instituto Baba Toloji. Exerce atividade na área de montagem de exposições de arte e museológicas, seu último trabalho foi no Museu de Arte Contemporânea de Campinas com a exposição realizada pelo CCLA - Centro de Ciências Letras e Artes. Atuante também na área de marketing cultural como coordenador e consultor cultural. Atualmente trabalha em seu atelier chamado Vivaz, onde desenhos e telas agora dividem espaço com os mais diversificados objetos escultóricos. 

Fonte: Saber Cultural 

RECEITA DO BLOG

PAELLA PEPE 

INGREDIENTES PARA 6 A 8 PORÇÕES:
·         700 g de sobrecoxa de frango desossada em pedaços
·         600 g de arroz parboilizado
·         500 g de camarão graúdo inteiro
·         400 g de lagostim inteiro
·         250 g de mexilhão
·         200 g de lula corta em anéis
·         200 g de vagem picada
·         150 g de camarão pequeno descascado
·         50 g de ervilha fresca précozida
·         20 g de pistilo de açafrão
·         1 litro de caldo da fervura da casca do camarão
·         ½ xícara (chá) de azeite de oliva
·         1 colher (sopa) de salsinha e alho processados juntos
·         1 colher (sopa) de colorante espanhol
·         3 tomates sem pele picados
·         2 cebolas graúdas picadas em cubos
·         2 pimentões graúdos picados em cubos
·         Sal a gosto

MODO DE PREPARO
1. Aqueça o azeite na paellera e frite o frango até dourar bem.
2. Acrescente a cebola, em seguida o pimentão e a vagem. Tempere com uma pitada de sal para cada ingrediente.
3. Em fogo alto, frite bem os legumes, sempre mexendo para não queimar e adicione os mexilhões. Frite por mais 5 minutos.
4. Coloque o tomate e o tempero de salsinha e alho. Corrija o sal e deixe refogar por 15 minutos em fogo médio/baixo.
5. Acrescente aos poucos o caldo, até cobrir o rebite da alça da paellera. Adicione o açafrão, o colorante e quando começar a fervura acrescente a lula e o camarão descascado.
6. Mexa bem, corrija o sal e coloque o arroz, misture bem.
7. Em seguida coloque os lagostins e os camarões sobre a paella, cobrindo o arroz. Decore com os mexilhões e espalhe a ervilha fresca.
8. Salpique sal sobre os camarões e lagostins, aguarde o cozimento do arroz. Assim que o caldo evaporar, a paella estará pronta.

Fonte: Receita da Paella del Pepe, Rua Bom Pastor, 1660, Ipiranga, Tel.: (11) 3798-7616, São Paulo, SP; paellaspepe.com.br 

CIRCULA NA INTERNET

SEXTA FEIRA É DIA DE RELAXAR, CASO NÃO POSSA A SUA SOLUÇÃO É...

IMAGEM DO DIA

Uma deslumbrante imagem da nossa amada e bela Mossoró-RN-Brasil.

PIADA DO BLOG

O FIEL ALFREDÃO
O grande filósofo Alfredão nunca perdia a missa do domingo pela manhã de jeito nenhum. Por isso, era muito conhecido do pároco do bairro onde mora. Porém, depois de desaparecer da igreja por mais de seis meses, encontrou o padre da paróquia, que lhe perguntou:
— Senhor Alfredão você não tem ido mais à missa. Qual é o "ismo" responsável: comunismo, protestantismo ou ateísmo?
E o grande Alfredão com aquela pose de filósofo meia tigela nos seus 85 anos de idade respondeu:
— Nenhum dos três, padre... É o reumatismo!

TEXTO DO BLOG

FISSURAS NA OPERAÇÃO DO DIREITO
por  Gaudêncio Torquato*

O Poder Judiciário e o Ministério Público estão no centro da polêmica. Não se pense que apenas os Poderes Legislativo e Executivo padecem do discurso crítico que se expande nas correntes sociais, a partir do meio da pirâmide. E qual a razão para o Judiciário, o mais elevado no altar da Pátria, ser submetido a uma bateria de fortes críticas? Entre as causas, aponta-se a invasão de magistrados no território do Legislativo, como temos constantemente lembrado em nossa leitura semanal do cenário político-institucional. O Ministério Público também engrossa o caldo azedo, principalmente nesse momento em que sai de seus vãos a denúncia contra o presidente da República. Há quem veja nas ações rancor do Procurador Geral da República, que se prepara para deixar o cargo em setembro próximo. É voz comum de ele luta para registrar seu nome na história como o “homem que derrubou o presidente”. Na postura dos jovens procuradores destila-se muito açodamento, a partir de Curitiba, donde se extrai a observação de que o MP assumiu a posição de quarto Poder da República.
Já o Judiciário, a partir do Supremo Tribunal Federal, caminha por um corredor bastante escuro, imagem aqui usada não para dizer que lhe falta transparência (a TV Justiça escancara os posicionamentos),  mas para expor a ideia de que o ambiente reverbera intensas divisões. Ministros divergem uns dos outros, e tal discordância, ao invés de ser aplaudida no foro da democracia, traz certa preocupação, eis que deixa transparecer contrariedades pessoais e acusações de uns para outros, sugerindo, até, favorecimento a protagonistas. As dissensões internas e as relações entre os Três Poderes reforçam a hipótese de que as instituições vivem o ciclo mais tenso e agressivo da contemporaneidade.
A IDENTIDADE DO JUIZ
Um aspecto que chama a atenção é a manifestação pública do Judiciário a respeito de política. Coisa que vem ocorrendo há tempos. Aprendemos que os juízes só devem falar nos autos, e agir com precaução, evitando juízos de valor sobre a política partidária. Francis Bacon, filósofo inglês, lembra em seus Ensaios: “os juízes devem ser mais instruídos que sutis, mais reverendos do que aclamados, mais circunspetos do que audaciosos. Acima de todas as coisas, a integridade é a virtude que na função os caracteriza”. Essa é ainda a marca registrada de um juiz? Ou as coisas mudaram a ponto de exigirem de magistrados posturas condizentes com o espírito do tempo?  Onde começa e termina o direito de julgadores de expressar publicamente opiniões sobre comportamento de autoridades públicas? Pode um juiz usar o direito de expressão de cidadãos comuns no espaço da responsabilidade que lhes cabe? Basta pesquisar os anais do STF para vermos os acervos opinativos com a visão peculiar de magistrados. A alegação é a de que o juiz não perde a condição de cidadão que pode, se assim o quiser, opinar sobre a política. O ministro Edson Fachin chegou a discursar, quando juiz em Curitiba, em comício do PT em favor da candidata Dilma Rousseff. Assumiu no palanque posição política.
Esse é um dado da polêmica. Mas o campo de divergências é mais largo. Vejam a última querela, desta feita envolvendo os atos do Procurador Geral da República no território da Operação Lava Jato e o ministro Gilmar Mendes, que desfere tiros no sistema de delações premiadas, nos atos do Procurador Geral e na própria Corte que integra, enxergando nessa mero instrumento de convalidação de acordos realizados pelo Ministério Público. Gilmar, cujo perfil lembra a do juiz-cidadão que sempre põe o dedo na ferida, é uma metralhadora expressiva. Ao questionar a metodologia usada por procuradores nas delações premiadas e sua homologação, de forma monocrática, pelo relator da matéria no STF, o ministro Fachin, Mendes mexe com os brios dos pares, ao alertar que “a Corte tem dever de lealdade com a Constituição e não com a Procuradoria”. Não tem papas na língua, quando condena o sistema de delação, “porque o delator pode entregar histórias verídicas ou falsas…”, podendo, ainda, ser induzidos a citar nomes, condição para que os acordos sejam aceitos.
DIREITO PENAL DE CURITIBA?
Coloca lenha na fogueira quando identifica um “direito penal de Curitiba, a nova jabuticaba que vem tornando impossível o controle da legalidade de várias práticas adotadas pela força tarefa da Lava Jato”. Seus colegas certamente devem ter ficado preocupados quando ouviram dele que a lealdade da Corte à Procuradoria equivale à imagem do “rabo balançando o cachorro.” Como se vê, na esteira da Operação Lava Jato, desenvolve-se renhida guerra entre os operadores do Direito, com foco nos limites funcionais das instituições do Estado. Critica-se o posicionamento do  Ministério Público que estaria extravasando os poderes que lhe são atribuídos; critica-se o próprio judiciário por abrigar larga agenda de questões polêmicas, algumas envolvendo práticas ilegais( queixas de advogados sobre a 1ª instância de Curitiba), judicialização da política(STF entrando no campo legislativo ), papel subalterno da Corte nos acordos de delação premiada( convalidação de atos do MPF, segundo o próprio ministro Gilmar), indevida inserção na crise política e excessiva peroração de viés personalista( querelas verbais entre ministros) etc.
O que esperar da Justiça quando os próprios agentes envolvidos em sua operação se engalfinham, a ponto de chamar a atenção pela contundência discursiva? A impressão que se extrai da paisagem tão pontilhada de eventos nervosos é a de que um vulcão está prestes a explodir. A crise política ferve no caldeirão que junta centenas de protagonistas laçados na Lava Jato. O foco maior do incêndio queima as cercanias do Palácio do Planalto. As cúpulas côncava e convexa do Congresso estão também cercadas por fogo alto. E ali na Praça dos Três Poderes, até a deusa Thêmis tem dificuldade para segurar a balança que simboliza o equilíbrio da Justiça.
O sistema de pesos e contrapesos que o barão de Montesquieu criou para estabelecer a independência, a autonomia e a harmonia entre os Poderes, está completamente torto.

(*) Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
O principal índice da Bovespa fechou em queda na quinta-feira (6), com o cenário externo desfavorável a ativos de risco e investidores evitando grandes apostas ante as incertezas que rondam o cenário político local, destaca a Reuters. O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 1,08%, aos 62.470 pontos. 
COMMODITIES
UNIDADE
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Petróleo (Brent)
Barril
US$ 48,820
US$ 48,840
+1,98%
Ouro
Onça troy
US$ 1224,640
US$ 1224,780
-0,01%
Prata
Onça troy
US$ 15,980
US$ 16,080
+0,31%
Platina
Onça troy
US$ 909,500
US$ 911,200
-0,48%
Paládio
Onça troy
US$ 830,530
US$ 836,530
-0,47%

CÂMBIO
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Dólar com.
3,2979
3,2985
+0,18%
Dólar tur.
3,2800
3,4800
+1,75%
Euro
3,7684
3,7698
+0,97%
Libra
4,2786
4,2815
+0,64%
Pesos arg.
0,1929
0,1934
+0,73%







INDICADORES
VALOR
ATUALIZAÇÃO
Salário Mínimo
R$ 937,00
2017
Global 40
+112,32%
06.Jul.2017
TR
+0,09%
06.Jul.2017
CDI
+10,14%
06.Jul.2017
SELIC
+10,25%
31.mai.2017

INFLAÇÃO
ÍNDICE
MÊS
VALOR
IPCA
Mai.17
+0,31%
IPC-Fipe
Jun.17
+0,05%
IGP-M
Jun.17
-0,67%
INPC
Mai.17
+0,36%


quinta-feira, 6 de julho de 2017

CITAÇÃO DO DIA

“O verdadeiro líder faz com que as pessoas, mesmo as mais geniais, cheguem aonde não chegariam sozinhas!” (CARLOS HILSDORF)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

SOB PRESSÃO DE CENTRAIS, TEMER AVALIA ALTERNATIVA A IMPOSTO SINDICAL
Sob pressão das centrais sindicais, o presidente Michel Temer avalia alternativas de financiamento a entidades dos trabalhadores com o fim do imposto sindical obrigatório, que deve ser extinto pela reforma trabalhista. O tema foi discutido por ele nesta semana com os presidentes da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, e da Câmara, Rodrigo Maia, no Palácio do Jaburu. O governo peemedebista avalia incluir em uma medida provisória a regulamentação da contribuição assistencial —que representa até 70% do orçamento de alguns sindicatos. Além disso, deve criar uma regra de transição, com duração de dois a quatro anos, para adoção do imposto sindical optativo, evitando um grande impacto financeiro em curto prazo com a adoção da iniciativa. Na reunião, o presidente descartou a possibilidade de recriação do imposto sindical obrigatório, que deve ser aprovado pelo Senado na próxima semana, durante a votação da reforma trabalhista. Os sindicalistas apresentaram uma proposta de regulamentação da contribuição assistencial. Em fevereiro, o STF proibiu a cobrança da taxa de trabalhadores não sindicalizados, o que abala o caixa das entidades de trabalhadores. O valor dessa taxa é definido pelos próprios sindicatos, em assembleias e convenções coletivas.
Em 2016, a contribuição sindical obrigatória recolheu R$ 3,9 bilhões para cerca de 11 mil sindicatos de trabalhadores e 5.000 patronais. A proposta prevê que a cobrança dessa contribuição assistencial só poderia ser feita com aprovação de assembleias representativas, com quorum elevado. Segundo os participantes, Temer afirmou que estuda incluir esse ponto na medida provisória que pretende editar para fazer ajustes na reforma trabalhista. O presidente quer publicar a medida provisória no mesmo dia em que sancionar a reforma trabalhista. Além dessa mudança, a medida provisória deve incluir salvaguardas aos trabalhadores, como a não exigência de laudo médico a grávidas e lactantes em ambiente de insalubridade e a melhor regulamentação da jornada intermitente. A ideia é que ela também garanta que a homologação da rescisão contratual seja feita pelos sindicatos dos trabalhadores e de que as entidades trabalhistas participem da eleição de empresas com mais de 200 funcionários. "É preciso moralizar a atividade sindical e essa cobrança", afirmou Paulinho da Força. "Temos que acabar com a fábrica de sindicatos no Brasil e estabelecer regras mais rígidas para a atividade", acrescentou.

BEBÊ TERÁ DOCUMENTO SEM IDENTIFICAÇÃO DE SEXO PARA 'DECIDIR GÊNERO QUANDO CRESCER'
Um bebê canadense de oito meses é provavelmente o primeiro caso no mundo de recém-nascido que recebeu um cartão de saúde sem um identificador de gênero. Seu progenitor Kori Doty - uma pessoa transgênero não binária que não se identifica com pronomes nem no masculino nem no feminino - afirma que quer dar oportunidade ao filho de descobrir seu próprio gênero. O cartão de saúde da criança terá um "U" no espaço reservado para "sexo", letra que simbolizará "indeterminado" ou "não atribuído". Kori Doty agora está tentando omitir o gênero do filho também da certidão de nascimento. Doty dey à luz Searyl Atli em novembro no Estado de Colúmbia Britânica. Doty, que se refere à criança com o pronome "they" (que pode ser traduzido como "eles" ou "elas" em português), em vez de "ele" ou "ela", argumenta que não é necessariamente pelo gênero determinado ao nascer que uma pessoa se identificará ao longo da vida. El quer tirar a categoria sexo de todos o documentos oficiais de Searyl. "Eu estou criando Searyl de modo que até que elx tenha seu senso de si e capacidade de vocabulário para me dizer quem é, eu x reconheço como bebê e tento dar a elx todo o amor e apoio para ser a pessoa mais inteira que puder fora das restrições que vêm com o rótulo menino ou o rótulo menina", disse Doty à rede de TV CBC. Kori Doty, que trabalha com educação comunitária e é parte da Coalizão de Identidade sem Gênero, disse que aqueles que se sentem diferentes da indicação de gênero feita no momento do nascimento enfrentam vários problemas ao tentar mudar seus documentos mais tarde na vida. "Quando eu nasci, médicos olharam para os meus genitais e fizeram suposições sobre quem eu seria, e essas suposições me seguiram e seguiram minha identificação ao longo da vida", afirma. "Essas suposições estavam erradas e eu acabei tendo que fazer vários ajustes desde então". No caso de Searyl Atli, Doty diz que as autoridades se negaram a emitir a certidão de nascimento sem uma designação de gênero. O caso foi decidido judicialmente. A advogada da família, barbara findlay, que prefere escrever seu nome sem maiúsculas, disse ao site Global News que "a designação de gênero nesta cultura é feita quando um(a) médico(a) abre as pernas e olha para os genitais de um bebê. Mas nós sabemos que a identidade de gênero do bebê só será desenvolvida alguns anos após o nascimento". A imprensa canadense disse que o cartão de saúde do bebê pode ser o primeiro do mundo sem uma definição de gênero.

COM AUMENTO DE AMEAÇAS CIBERNÉTICAS, CRESCE DEMANDA POR PROFISSIONAIS DE TI
Com a recente ascensão de ciberataques, a demanda por profissionais da segurança da informação também vem crescendo, aponta levantamento da consultoria norte-americana de recursos humanos Robert Half. Entre os profissionais mais requisitados na área estão analistas, coordenadores, gerentes e chefes de segurança. “O mercado tem valorizado muito profissionais familiarizados com questões mais complexas de segurança, como, por exemplo, teste de invasão”, explica Fábio Saad, gerente sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half. "Essa demanda aumenta mais ainda com o fato das empresas se tornarem digitais. A forma de captação de informações mudou e se tornaram mais sensíveis", explica. A cultura de novas empresas, principalmente a de startups, em dar mais flexibilidade aos funcionários, como a implementação de home office, também vem mexendo com a maneira pela qual as empresas lidam com as informações. O aumento na demanda por esses profissionais reflete no aumento dos salários. A média salarial no campo da tecnologia da informação, de acordo com a consultoria, subiu de R$ 5.833, em 2016, para R$ 11.500, em 2017. Para Saad, isso se dá pela contratação desses profissionais para cargos superiores aos que até então ocupavam. Para chegar aos dados, a Robert Half acompanhou 453 profissionais da área de infraestrutura e segurança da informação ao longo dos três anos e constatou que as vagas contemplam profissionais do setor com diferentes qualificações. “Anteriormente, o profissional de segurança fazia parte do departamento de infraestrutura. Hoje, com o aumento da importância da segurança de dados, as empresas já estão criando áreas específicas, com profissionais dedicados à esta questão”, completa Saad. A maior demanda, segundo o consultor, vem de empresas digitais e startups do meio financeiro e de e-commerce. "Para essas organizações, a informação é crítica, então existe uma demanda forte por profissionais, o que vem impulsionando o setor", disse.
ATAQUES RECENTES
Na semana passada sites do governo e de várias empresas ucranianas foram alvo de um ataque cibernético, que atingiu aeroportos, bancos e escritórios do governo. Um conselheiro do ministro do Interior da Ucrânia o classificou como o pior na história do país. Além disso, companhias da Europa, como a agência de publicidade WPP, disseram ter sido afetadas. Em maio, ao menos 74 países, incluindo o Brasil, foram alvos de um ciberataque em "larga escala". Os ataques atingiram hospitais públicos na Inglaterra, causaram a interrupção do atendimento do INSS e afetaram empresas e órgãos públicos de 14 estados brasileiros mais o Distrito Federal. A extensão do ataque leva especialistas em segurança a acreditar que se trate de uma ação coordenada, mas não se sabe ainda a autoria. 

RIVISTA DO MINO





Hermínio Macêdo Castelo Branco (Mino) é cearense, natural de Fortaleza. Filho de Francisca Macêdo e Raimundo Castelo Branco, nasceu no dia 3 de maio de 1944. Formado em Direito pela UFC (inscrito na OAB), a lista de suas atribuições é extensa: desenhista, artista plástico, cartunista, programador visual, projetista gráfico, poeta bissexto, livre pensador, autor de histórias, fábulas e contos infantis, ilustrador e publicitário. Trabalhando em agências de publicidade e colaborando com quase todos os jornais de Fortaleza, passou vários anos dedicado ao trabalho de criação de marcas, programação visual e projetos gráficos. Edita sua própria publicação mensal "RIVISTA", distribuída através da editora "RISO" (de sua propriedade) para vários colégios no Ceará. RIVISTA contém toda a diversificação de seu trabalho: fábulas, contos, frases, pensamentos, artigos, poesias, ilustrações e cartuns. O "Blog do Borjão" em homenagem ao Mino disponibiliza às 5ª feiras o tópico "RIVISTA DO MINO".

SAÚDE NO BLOG

A OFICINA DE MEMÓRIA 

por Dr. João Roberto D. Azevedo*

Exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira apresentam efeitos muito positivos. Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com freqüência, sempre procurando-se estimular nossos principais sentidos: olfato, gosto, tacto, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência. Esse tipo de exercício pode ser denominado "Fitness" Cerebral.
O declínio de nossas funções mentais, que ocorre com a idade, se deve em grande parte à falta de atividade mental que com freqüência segue paralelamente ao envelhecimento. Vários trabalhos científicos realizados em diversos países demonstram claramente que o declínio mental que ocorre com a idade pode ser evitado.
O conceito de que a função faz o órgão aplica-se tanto ao "fitness" muscular quanto ao "fitness" cerebral. Devemos identificar nossas diversas habilidades mentais e exercitá-las, sempre com regularidade. Devemos estimular nossas percepções, nossa memória (recente e antiga) , noções espaciais, habilidades lógicas e verbais, etc.
Os exercícios cerebrais nada mais são do que estímulos às funções cerebrais que podem estar decadentes devido à idade e que já foram ativas no passado. A ativação deve ser feita diariamente, durante as atividades normais, como o caminhar, durante as refeições ou mesmo durante as compras.
Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe suas principais características. No fim de semana procure recordar as figuras. É um tipo de exercício de memória.
Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos. Memorize os preços das coisas sempre que possível e procure recordá-las mais tarde. 
Procure identificar as pessoas pela voz, ao usar o telefone, por ex. Memorize números de telefones. Memorize no fim do dia as pessoas com quem falou. Depois, procure lembrar-se do mesmo para toda semana. Utilize sempre de anotações para consultas posteriores. Inúmeras outras situações podem ser criadas a partir destas idéias. 
A OFICINA DE MEMÓRIA foi criada a partir destas idéias. É um trabalho que envolve o estudo da memória, suas características e os fatores que atuam sobre ela. São discutidas e vivenciadas estratégias que mantêm e ampliam as funções mentais. Utiliza método desenvolvido de maneira simples e divertida, de administração da memória que tem sido aprimorado ao longo de anos de experiência clínica com resultados bastante favoráveis. 
É desenvolvida por profissionais da SONI - SOCIEDADE NEUROLÓGICA INTEGRADA : professoras Maria Helena Morgani de Almeida (doutoranda da Faculdade de Saúde Pública da U.S.P.) e Janaína Balabanowa (mestranda da Faculdade de Saúde Pública da U.S.P.) e pelo Dr. João Roberto D. Azevedo (médico neurologista e diretor clínico da SONI).

(*) Dr. João Roberto D. Azevedo Médico neurocirurgião autor do livro "Ficar Jovem Leva Tempo… Um Guia para Viver Melhor". Editora Saraiva. E-mail: jrobert@dialdata.com.br - www.ficarjovemlevatempo.com.br

CIRCULA NA INTERNET

PIZZARIA OFERECE 'BIQUÍNI DE PIZZA' POR US$ 10 MIL NOS EUA 

Uma pizzaria americana está vendendo um "biquíni de pizza" por US$ 10 mil (cerca de R$ 33 mil), em uma promoção para o Dia do Biquíni, comemorado em 5 de julho nos EUA. A Villa Italian, no Morristown, em Nova Jersey, afirmou que o preço da "Pizza-Kini" inclui o design, a customização, os ingredientes (à escolha do cliente), o preparo e a colocação da pizza. O biquíni, segundo Mimi Winderlich, responsável pelo marketing, é feita sob medida para o corpo do freguês.


IMAGEM DO DIA

Uma belíssima imagem na aconchegante Praia das Flecheiras - CE - Brasil.

PIADA DO BLOG

O ENGENHEIRO E O ADVOGADO
Um advogado e um engenheiro estão pescando no Caribe. O advogado comenta:
— Estou aqui porque minha casa foi destruída num incêndio com tudo que estava dentro. O seguro pagou tudo.
— Que coincidência! — diz o engenheiro.
— Minha casa também foi destruída num terremoto e perdi tudo, mas o seguro pagou tudo.
O advogado olha intrigado para o engenheiro e pergunta:
— Como você faz para provocar um terremoto?

TEXTO DO BLOG

35 MIL
por Luis Fernando Veríssimo

‘Patético”, diz o dicionário, é o que desperta em nós um sentimento de piedade ou tristeza. O que é patético não nos revolta, necessariamente, mas nos constrange.
“Patético” não tem nada a ver com “pateta”, embora o humor dos palhaços, que são patetas profissionais, muitas vezes provoque melancolia junto com o riso.
Na história recente do Brasil, não foram poucas as vezes em que o patético desandou de um ato de patetice.
Quando é que a patetice se torna patética?
Tome-se o exemplo do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures.
Loures, o amigo para todas as tarefas do presidente Temer, foi flagrado correndo em meio ao trânsito de São Paulo com uma mala contendo — soube-se depois — 500 mil reais. Ou eram 500 mil dólares? Enfim, eram 500 mil.
Loures parecia um pateta na sua pressa nervosa, e com razão. Experimente andar numa calçada de São Paulo à noite com 500 mil de qualquer denominação na mala, vendo um assaltante potencial em cada poste!
Ainda não se sabe ao certo para quem era o dinheiro. O Janot não tem dúvida de que era para o Temer, o Temer alega que foi Deus quem o botou ali, para fins ignorados.
Sozinho com a mala cheia depois de sobreviver à sua passagem temerária pela noite de São Paulo, Loures fez o seguinte: abriu a mala e pegou 35 mil pelo seu serviço, confiando que ninguém notaria a falta de 35 dos 500.
Entende? Loures pegou 35 mil só para ele. Concluiu que, em meio à nossa atual confusão política e jurídica, com uma crise institucional inédita à vista, 35 mil a mais ou a menos na mala não fariam diferença na história do país.
Foi o momento em que um ato pateta se transformou num ato patético, o que, de certa maneira, o redimiu. Nos enchemos de piedade, tristeza e constrangimento diante da fraqueza do Loures, que, afinal, é apenas fraqueza humana. E deve ser dito, em seu favor, que Loures já devolveu os 35 mil.
Talvez os 35 mil do Loures fiquem apenas como uma nota cômica de pé de página na história destes dias. Ou talvez lembremos destes dias como uma época em que o país esteve entregue a patetas e patéticos, e a revolta se dissolveu na melancolia.

(*) Luis Fernando Veríssimo é escritor.

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA
O Ibovespa fechou em leve queda na quarta-feira (5), influenciado pela queda de ações de empresas atreladas a commodities. O principal índice de ações da bolsa de valores brasileira fechou em queda de 0,12%, a 63.154 pontos. 

COMMODITIES
UNIDADE
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Petróleo (Brent)
Barril
US$ 47,870
US$ 47,890
-3,08%
Ouro
Onça troy
US$ 1226,060
US$ 1226,860
+0,02%
Prata
Onça troy
US$ 16,077
US$ 16,082
+0,01%
Platina
Onça troy
US$ 906,740
US$ 914,250
+0,03%
Paládio
Onça troy
US$ 840,000
US$ 844,400
-0,14%

CÂMBIO
COMPRA
VENDA
VARIAÇÃO
Dólar com.
3,2919
3,2926
-0,53%
Dólar tur.
3,1600
3,4200
-0,58%
Euro
3,7330
3,7341
-0,64%
Libra
4,2528
4,2554
-0,56%
Pesos arg.
0,1919
0,1921
-2,09%







INDICADORES
VALOR
ATUALIZAÇÃO
Salário Mínimo
R$ 937,00
2017
Global 40
+112,32%
05.Jul.2017
TR
+0,11%
05.Jul.2017
CDI
+10,14%
05.Jul.2017
SELIC
+10,25%
31.mai.2017

INFLAÇÃO
ÍNDICE
MÊS
VALOR
IPCA
Mai.17
+0,31%
IPC-Fipe
Jun.17
+0,05%
IGP-M
Jun.17
-0,67%
INPC
Mai.17
+0,36%